17 janeiro 2019

Resenha: Objetos Cortantes | Gillian Flynn


Oi gente! Estou me sentindo, ultimamente, como uma máquina de ler livros. Tenho que aproveitar as férias e colocar as longas leituras em dia né. E hoje, eu trago a resenha do livro Objetos Cortantes da autora Gillian Flynn

É o segundo livro que eu li dela, o primeiro foi Garota Exemplar. E eu tenho uma comparação com as duas histórias, chega a ser mais uma declaração: a autora me deixa com o estômago embrulhado; sua capacidade de escrita (muito boa, por sinal) me enjoa e, por mais estranho que pareça, isso torna ela uma das minhas escritoras favoritas para esse gênero.
Objetos Cortantes passa diante da resolução de um crime, aonde Camille Preaker, repórter, é enviada à sua cidade natal para fazer uma matéria exclusiva para o jornal de Chicago sobre a morte de uma menina de treze anos, cujo dentes fora arrancados e ela fora estrangulada. Há nove meses atrás, outro crime parecido. Acredita-se que pode ser um assassinato em série. A repórter, ao voltar para sua cidade, depara-se com o passado que deixou ali.


Novas descobertas a cerca do passado influenciam ou estão ligadas com o atual crime. Camille tem que lidar com sua mãe, com sua meia-irmã e com as dores que Marian, sua outra meia-irmã, deixou, mesmo depois de anos de sua morte. Camille tem marcas em seu corpo que refletem seu passado. A forma como ela envolve-se na matéria acabará revelando muitas coisas sobre sua própria família.
É thriller psicológico muito bem elaborado, como eu disse, foi capaz de embrulhar meu estômago com a forma como os personagens eram descritos. A autora sabe descrever o pior lado do ser humano, o seu lado mais macabro e isso é refletido através dos diálogos dos personagens. Com certeza cinco estrelinhas para esse livro.

Eu comecei a ver a série, em breve trago minhas considerações sobre. O livro me deixou tão assim que eu preciso ver como será o desenrolar dessa trama através das imagens. Quero muito ler outras obras da Gillian Flynn, porque ela tornou-se uma das minhas autoras favoritas.

E aí, vocês já leram Objetos Cortantes? Beijos!

15 janeiro 2019

Parceria: Jambô Editora

Jambô Editora 
Gente! Oi! Nossa, eu preciso compartilhar qual foi minha reação ao ter visto o e-mail da galera da Jambô Editora, eu fiquei olhando a tela, depois pensei que poderia ser mentira ou eles entrando em contato para dizer que não fui selecionada. Mas não foi gente, é real, o blog Luanices é parceiro da Editora Jambô e essa conquista é nossa!

Qual a intenção de uma parceria? É essa troca linda de conteúdo! E teremos muito isso com a nova parceira. O blog faz parte do time Pregoeiros da Vila dos Blogs, eu e mais uma galera com conteúdos bem legais também.
A Jambô foi fundada em 2002 e publica jogos de RPG (maior editora do Brasil nesse segmento), literatura fantástica e alguns quadrinhos. A editora trabalha com as coisas mais legais do mundo nerd desde a década de 1990. RPG, quadrinhos, romances... Tudo está em nosso DNA há muito tempo [...]. Hoje, trabalhamos com diversos RPGs, incluindo os livros-jogos da série Fighting Fantasy; Guerra dos Tronos RPG, o jogo de interpretação oficial da série de romances As Crônicas de Gelo e Fogo e do seriado Game of Thrones.
Por meio dessa parceria, vocês vão ficar por dentro das novidades em primeira mão, análise de alguns títulos, discussões sobre a obra e muito mais! Fiquem ligados e seja bem vindos, editora Jambô, ao meu espaço.


Beijos e até mais!

13 janeiro 2019

695 músicas e como eu mudei

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Oi gente! Neste momento estou escutando Andei Só do Natiruts, tomando um café bem gostoso e querendo escrever sobre como eu mudei. O HD do nosso computador quer ou não conta um pouco sobre a gente, se ele não pifar e perdermos tudo, ele é capaz de guardar muitas coisas. Nesse domingo, típico tédio me domina, parei para ver algumas lembranças, algumas fotos e algumas músicas que me acompanham há mais de anos. 

Ao todo, são 695 músicas. Várias subpastas com cds de cantores que fizeram parte da minha adolescência. Olhando para todas elas, eu percebo o quanto eu mudei, seja gosto musical, seja no meu jeito. Relembrar uma música logo nos leva à época em que eu escutava religiosamente aquela música e com isso lembro da Luana daqueles anos atrás.

Desde 2014, guardo memórias, guardo lembranças. Eu tinha quinze anos. 15 anos. Nesse mês eu faço vinte. E é incrível olhar para trás e ver como em cinco anos eu mudei. Tenho fotos de quando fui conferir a estreia de Jogos Vorazes, depois de ter devorado os três livros em questão de dias. 

Era apaixonada demais pelo Jake Bugg (algumas coisas não mudaram). Era muito mais próxima da minha melhor amiga do que hoje (e sinceramente, entendo o porquê hoje não é mais como cinco anos atrás). Eu ainda usava aparelho (risos, que época). Comecei a tomar smirnoff. De acordo com minhas músicas, eu era muito fã da Katy Perry e minha série preferida era One Tree Hill (que saudades).

Hoje eu mudei. Para melhor, talvez. A Luana de cinco anos atrás era boba demais, e lidava de forma errada com as pessoas, se importando muito com coisas pequenas. Apesar de hoje trabalhar essa questão ainda. A Luana de hoje já não é mais fã de música pop como antigamente, hoje eu gosto da gritaria do Linkin Park e meu gosto musical se voltou para o lado indie.

A Luana de cinco anos atrás se imaginava aos 20 anos terminando a faculdade. Eu saí com 16 anos do Ensino Médio. Olha como a vida é, levei três anos para conseguir entrar na faculdade e dentre esse tempo, fui sendo posta à prova para me tornar mais responsável e amadurecer melhor antes de saber o que é mesmo estar em uma faculdade.

Sinto saudades de algumas coisas de cinco anos atrás. Mas hoje vejo que tudo que eu aprendi, sofri ou vivi cinco anos atrás me tornou a pessoa que eu sou hoje. Sei também que daqui cinco anos, minhas músicas podem mudar, eu com certeza vou mudar.
O post de hoje foi um pouco reflexivo. Mas a mensagem final é que mudanças são normais, às vezes nem sempre da forma como esperamos, mas no fim, elas tem uma explicação. Você muda, eu mudo, nosso estilo, nossas músicas, conforme vivemos nossa bagagem cultural ou agregamos mais coisas à ela ou deixamos algumas para trás.


10 janeiro 2019

Para se apaixonar: The National

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Oi gente! Hoje vim indicar The National, uma banda linda que eu conheci através da série The Rain (falei da série aqui) e que me conquistou com a música I Need My Girl. Depois que tocou na série, fui correndo pesquisar mais sobre a banda e me apaixonei pelas outras músicas.
The National é uma banda estadunidense de indie rock e post-punk revival. Nascidos originalmente no final dos anos 1990, em Ohio, nos Estados Unidos.
Selecionei três músicas preferidas que eu considero as melhores. A banda, atualmente, está em seu sétimo álbum, Sleep Well Beats, lançado em 2017.


E aí, já conheciam a banda The National? Até mais, beijos!