Documentário: Minha História | Michelle Obama

Foto: Netflix

Oi gente! Assisti nesse final de semana o documentário Minha História, que chegou recentemente na Netflix. O documentário mostra os bastidores da turnê de lançamento da autobiografia de Michelle Obama, ex-primeira dama dos Estados Unidos. Inclusive, já teve resenha do livro aqui no blog.

O documentário, assim como o livro, são emocionantes. Durante uma hora e meia, nos é apresentado fragmentos do que é contado no livro, além de mostrar os bastidores de como foi a turnê de lançamento do livro Becoming, mostrando rodas de conversa da Michelle com adolescentes e outros grupos. Foi muito interessante e tocante ver o quanto muitos jovens sentiram-se sentem-se inspirados com a trajetória da ex-primeira dama. 

Michelle ressalta inclusive para um dos adolescentes que o que mais importa é a história deles e não qual faculdade eles frequentaram, mas sim, o que motiva eles a seguirem em frente. Entre outros depoimentos, têm os da comunidade negra que relataram que pela primeira vez, sentiram-se representados e imaginaram que esse dia (em que um presidente e primeira dama negros, ocupariam o cargo na Casa Branca) nunca pudesse chegar. 

Quem leu o livro sentiu que com esse documentário foi como se preenche um buraco que nem sabia que existia. Foi um complemento do livro que tornou a pessoa Michelle Obama mais carismática ainda e que deve ser reconhecida pelo seu trabalho de se envolver com os grupos adolescentes, que hoje sentem-se desmotivados e sem esperança. Acho ela uma inspiração! Então, recomendo a leitura do livro e, também, o documentário.


E aí, vocês já viram o documentário ou leram o livro? Beijos!

Como você consome as notícias?


Oi gente! Tudo bem? Para quem não sabe eu curso jornalismo e, nesse tempo de quarentena estamos desenvolvendo um projeto que tem por objetivo sair muito em breve. Estamos analisando, primeiramente, quais conteúdos os leitores, ouvintes, telespectadores mais consomem, principalmente nesse tempo de Covid-19. 

Para isso, criamos um questionário que leva menos de dois minutos para fazer um levantamento que quais assuntos vocês estão mais consumindo e também, qual plataforma das redes sociais que você mais utiliza para acessar essas informações.

Peço a vocês que têm o hábito de passar por aqui, ceder dois minutos para responder esse questionário. Vocês estarão ajudando a mim e mais três alunos que estão com o objetivo de criar uma forma mais dinâmica para os assuntos que são mais consumidos.


Desda já, o meu muito obrigada pela sua participação. Conto com vocês leitores, beijos!

Pressa de ser feliz | Matheus Rocha


Oi gente! Como estão? Espero que aguentando firme nesta quarentena, logo tudo passa. E para passar meu tempo, estou continuando minhas leituras. O livro dessa vez é Pressa de ser feliz do escritor Matheus Rocha. O livro reúne uma série de crônicas em que o assunto principal é a ansiedade.
"Ás vezes, escolhemos lutar contra monstros mentais que nem pedem socos e pontapés. Abrace-os. Sentir não é errado. Significa que você não tem um coração enorme. Um peito em que cabe muita coisa. Então... Só... Sinta. Sinta até a última gota de sentimento. Depois, lave o rosto, sacuda a alma e levante-se. Viver não é só sorrir. Viver, é, também, ficar em silêncio. Ainda que cheio de barulho por dentro. E tudo bem. Isso não quer dizer que você não é feliz. A felicidade tem um conceito deturpado que, se a gente observar bem, já é feliz e nem sabe. Ou finge que não. Ou pensa que não. Ou se confunde. Para ser sincero... estamos todos confusos. Até as certezas absolutas podem mudar. Nada, no fim das contas, é tão absoluto assim."
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Com uma escrita gostosa, Matheus trata da ansiedade de uma forma leve e como ela é presente em vários momentos da vida dele. Mais da metade dos indivíduos existentes neste mundo sofre de ansiedade. Eu sofro de ansiedade e ela foi desencadeada com mais vigor em 2018, no entanto, conhecendo mais sobre, eu notei que desde pequena eu sou ansiosa. 

As crônicas do Matheus são leves e, como eu disse, ele trata do assunto de uma forma tranquila, abordando como a ansiedade muitas vezes atrapalhou o nosso cotidiano e algumas decisões que tomamos ao longo da vida. O autor ainda conta como ele resolveu desafiar a ansiedade, colocando em tópicos o que ele faz para amenizar esse sentimento.

Algumas crônicas me abraçaram mais que as outras, acredito que por questões de identificação. É legal destacar que o Matheus ele não fala sobre a ansiedade como especialista e sim, como quem sofre com ela. O que gera ainda mais esssa identificação com alguns pontos levantados por ele. Pressa de ser feliz é dividido em três partes: começos, meios e fins e dentro de cada crônica nessas divisões ele trata a ansiedade por outras perspectivas, nos fazendo refletir sobre esse sentimento de diversas maneiras.

Outra coisa que quero falar é sobre a diagramação do livro. Que amor a paleta de cores e as ilustrações. Tudo contribuiu para que eu me encantasse com o livro e o conteúdo. No entanto, apesar de ter gostado muito da leitura e de alguns pontos, percebi que esse tipo de livro (não as crônicas em si) não é um dos meus favoritos, mas gostei de conhecer uma das obras de Matheus Rocha.
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Páginas: 208 | Editora: Outro Planeta | Nota: ♥♥.5


E aí, já leram as crônicas do Matheus Rocha? Beijos e até a próxima!

O Homem de Giz | C.J. Tudor


Oi gente! Dando continuidade nos livros que estou lendo durante essa quarentena, hoje trago a resenha do livro O Homem de Giz da autora C. J. Tudor. Fazia tempo que não lia um livro com tanto gosto, e apesar de demorar a engatar na leitura, depois que isso aconteceu, me vi nas páginas finais do livro em questão de dias.
Em 1986, Eddie e os amigos passam a maior parte dos dias andando de bicicleta pela pacata vizinhança em busca de aventuras. Os desenhos a giz são seu código secreto: homenzinhos rabiscados no asfalto; mensagens que só eles entendem. Mas um desenho misterioso leva o grupo de crianças até um corpo desmembrado e espalhado em um bosque. Depois disso, nada mais é como antes. Em 2016, Eddie se esforça para superar o passado, até que um dia ele e os amigos de infância recebem um mesmo aviso: o desenho de um homem de giz enforcado. Quando um dos amigos aparece morto, Eddie tem certeza de que precisa descobrir o que de fato aconteceu trinta anos atrás. Alternando habilidosamente entre presente e passado, O Homem de Giz traz o melhor do suspense: personagens maravilhosamente construídos, mistérios de prender o fôlego e reviravoltas que vão impressionar até os leitores mais escaldados.
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O Homem de Giz alterna-se entre passado e presente. Em 1986, Eddie e seus amigos encontram um corpo esquartejado no bosque onde costumavam brincar. Eles não imaginavam que tal situação iria mudar suas vidas para sempre. Trinta anos depois, em 2016, acontece um novo caso que os fazem relembrar o ocorrido dos anos 80, um caso um tanto semelhante, fazendo-os questionar o que de fato aconteceu na adolescência.

A autora C.J. Tudor conseguiu me cativar na leitura pois a forma como ela foi construindo os fatos, me levava a continuar lendo para saber quais foram as consequências. Eu cheguei a suspeitar de quatro supostos assassinos, sendo que no final, fiquei supresa, mas não tanto. O que de fato me surpreendeu foi o personagem Eddie.

Não sou de ler muito thriller psicológico, mas me envolvi com o universo criado pela C.J. Tudor depois de alguns capítulos em que me vi querendo descobrir quem de fato havia matado a garota, o porquê, queria saber mais sobre as críticas da autora sobre a questão religiosa e como ela pode ser hipócrita.

O que mais eu indico prestar atenção é na narrativa do Eddie, não deixem nada passar. Tudo está interligado. O que ele fala no começo do livro pode te ajudar a suspeitar do real assassino no final. Mas o que de fato vão surpreender vocês é as atitudes do personagem principal e as consquências posteriores dessas atitudes.

Páginas: 272 | Editora: Intrínseca | Nota: ♥♥
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Com certeza é um livro que alimenta a sua curiosidade e a pulga atrás da orelha só vai passar quando você chegar na última página. Eu recomendo muito o livro, é uma leitura interessante e envolvente. Eu me recordei de alguns autores como Stephen King, Harlan Coben e Paula Hawkins, devido a semelhança de como os fatos são apresentados, as reviravoltas e como a bebida é um elemento presente em livros assim.

E aí, vocês já leram O Homem de Giz? Beijos!

Série: A Rainha do Sul

A Rainha do Sul já está disponível na Netflix!
Foto: Reprodução

Oi gente! Como estão lidando com essa quarentena? Eu estou aproveitando para resolver algumas pendências que sempre ficam para depois, além de colocar as leituras em dia e começar novas séries, como foi o caso da série A Rainha do Sul (Queen of the South), da Netflix.

Eu comecei uma outra série, mas resolvi assistir a segunda temporada para talvez indicá-la (fiquei com um pé atrás com o rumo que a série está levando). Estou dizendo isso pois por esses motivos, eu iniciei A Rainha do Sul, até então ignorada por mim, mas que com essa quarentena resolvi dar uma chance. E adivinha? Devorei a primeira temporada em questão de três dias e já estou quase finalizando a segunda.
Nascida e criada no México, Teresa teve de aprender a se cuidar sozinha desde pequena, aprendendo rapidamente como se virar na vida, inclusive financeiramente. Esperta, perspicaz e observadora, ela irá sempre atrás do melhor para sua vida, baseada em sua própria conduta moral. Então, quando seu namorado traficante é assassinado, ela partirá como refugiada para os Estados Unidos, mas determinada a vencer ao seu modo – ainda que ela tenha de formar novas alianças, desbancar um criminoso influente e, assim, assumir a chefia de um poderoso cartel de drogas.
Ao todo são cinco temporadas, no entanto, somente três estão disponíveis na plataforma da Netflix. Eu gostei muito da primeira temporada, apesar do primeiro episódio não ter me cativado tanto. Então, caso comece a assistir, por favor, dê uma chance para os próximos episódios, eu garanto que se você curte séries nesse estilo, vai amar Queen of the South!

Quero também destacar a personagem Teresa, interpretado pela atriz brasileira Alice Braga. Excelente atriz, que transmite muito bem as emoções da personagem principal.Além de outras atrizes muito competentes e atores, que ajudam a desenvolver a história e deixar ela sensacional. A série é inspirada na obra de Arturo Pérez-Reverte e fiquei muito curiosa para conhecer.


E aí, vocês já conheciam A Rainha do Sul? Beijos!