24 maio 2019

3 Things #1

Oi gente! Acho que já deixei transparecer por aqui que eu sou a louca dos projetos né? Ou pelo menos iniciá-los hahaha. O 3 Things é um projeto que consiste compartilhar três coisas aleatórias que ocorreram na semana e que te fizeram bem ou que tem algum significado.

Eu conheci o projeto através do blog da Melina Souza. Resolvi fazer o projeto aqui no Luanices como meio de olhar mais para as coisas boas da minha semana e procurar os significados em pequenas coisas.

Contudo, como é um projeto que não dá data fixa de postagem, eu não vou me fazer pressão de trazer sempre sabe? Quero fazer do 3 Things um projeto gostoso e gratificante. E para começarmos bonito, aqui estão os meus primeiros 3 things:


Já montei meu planejamento para junho, que espero e acredito que será um mês muito mais tranquilo em relação à maio. Em relação a correria da vida, a faculdade, e outras coisas que vão surgindo com a vida adulta.


E falando em vida adulta, eu dei início há quase um mês no meu processo para tirar a habilitação. Estou fazendo só para carro por motivos de: não gosto de moto hahah. Hoje, 24/05/2019 realizei a prova teórica e passei, agora dar continuidade no processo para logo logo estar motorizada 🙏🏼


E por fim, amanhã, 25/05/2019, vou no primeiro show da minha vida. Não, nunca fui em nenhum.  É engraçado porque já tive outras oportunidades, no entanto, não me sentia a vontade, mas nesse, eu criei coragem e talvez quem sabe comento como foi o show. Ah, a banda é Atitude 67, uma banda da cidade da minha amiga da faculdade, que também vai, então já dá para imaginar o porque eu estou indo né hehe.

É isso aí, desculpa pela ausência, mas está corridão! Beijos!

28 abril 2019

Carta #4: Uma carta para um desconhecido

Resultado de imagem para cartas 
Continuando a série de posts desse projeto 12 cartas em 12 meses, nesse mês de abril o tema é: Uma carta para um desconhecido. 
Para ver os temas anteriores: #1 | #2 | #3


Querido desconhecido,

Supondo que você encontre essa carta em um momento específico da sua vida, seja o que for que você esteja passando, eu te trago uma mensagem: tudo passa.

As vezes a gente custa a acreditar que as coisas passam, que elas irão melhorar, mas é verdade. Elas melhoram. Mas já ouviu aquele ditado que cada coisa tem seu tempo? Então. Quando for a hora de passar a dificuldade, o sofrimento, a angústia, o medo, a pressão, vai acontecer.

Tenha fé desconhecido, que tudo passa. 
Com amor,
outra desconhecida.
 
Escrever uma carta a um desconhecido é estranho porque normalmente quando você escreve cartas é para alguém em específico e o que você fala torna-se mais fácil. Achei legal o tema de abril, porém complicado.

Até a próxima carta, beijos!

17 abril 2019

Resenha: Glam Batom Retrátil Velvet Matte Nude


Oi gente! Há um tempinho eu ganhei um batom da marca Eudora e gostei muito da cor dele, da praticidade de aplicá-lo e resolvi falar um pouco sobre o Glam Batom Retrátil Velvet Matte Nude. Ah, e não é um post publieditorial

Eu vou começar primeiro por esse pincel de aplicação, tipo caneta né, ou melhor o retrátil (ain gente, sou leiga nesse quesito hahaha) que eu adorei, achei que facilitou muito a aplicação, além de ajudar a contornar os lábios. 


A textura dele é incrível, além de deslizar muito bem na hora da aplicação e deixar um efeito mate aveludado muito bonito. A cor dele é intensa, forte, tanto que na primeira aplicação eu fiquei admirada com o pigmento do batom. 


Sobre a durabilidade, ele segurou bem por umas quatro horas (passei de manhã para ir para a faculdade e voltei para casa na hora do almoço), mas deu aquela leve apagada na intensidade. Contudo, eu gostei muito do batom, recomendo e já quero de outras cores.

E aí, já conheciam esse batom dessa marca? Beijos!
 

12 abril 2019

O clube do bangue bangue

Resultado de imagem para o clube do bangue bangue livroOi gente! Hoje trago a resenha de um livro com uma temática diferente do que costuma aparecer por aqui. Ano passado (2018) eu tive uma disciplina sobre ética no jornalismo e foi me apresentado o livro O clube do bangue bangue e resumindo, o livro aborda sobre as condutas de alguns repórteres- fotográficos para registrar fotos do apartheid e toda a violência que esse regime trouxe na África do Sul.

Não tive tempo ano passado mas esse ano eu resolvi dar prioridade para ele devido a algumas situações que tenho deparado-me com o jornalismo brasileiro. E também, para me adentrar mais no assunto da ética no jornalismo, pois estou pensando em dissertar algo envolvendo a ética.

Como dito, o livro discute a situação do apartheid da África do Sul, e no livro, quem relata os acontecimentos é o Greg Marinovitch, com a ajuda do João Silva. No entanto, o grupo conhecido como "clube do bangue bangue" era formado também pelo Ken Oosterbroek e Kevin Carter. Esse grupo de fotógrafos se conheceram por meio do seus trabalhos como fotojornalistas, registrando as guerras civis entre os Inkathas e os partidários do CNA (Congresso Nacional Africano) e toda a sua violência.

Resultado de imagem para o clube do bangue bangue livro

Além de toda essa violência retratada, Greg nos apresenta um pouco sobre os acontecimentos da vida de cada fotógrafo do grupo. Conta como foi a experiência de ganhar um Pulitzer, um dos maiores prêmios do jornalismo e também, um pouco sobre Kevin Carter que ficou conhecidíssimo por registrar a foto "o abutre e a menina" (conheça mais a história aqui) e que abalou o fotojornalismo e principalmente, a vida do fotógrafo. Acho que essa foi uma das fotos que hoje é muito usada ainda para discutir a ética no fotojornalismo.

A chave de discussão do livro e que o autor aponta bastante é que eles eram fotógrafos e eram pagos pelas fotos. Então ele deixa em aberto essa opinião sobre ser o fotógrafo e sobre ser o cara ético que não tiraria a foto. As fotos que demonstravam a violência, o drama do apartheid geravam o sustento desses fotógrafos. A maior parte das fotos que tem no livro, algumas realmente pesadas e outras eu achei importante para demonstrar a realidade do que se passava na África do Sul, para que a mídia internacional tomasse conhecimento.

É um livro muito bom para ver uma perspectiva nova sobre a época do apartheid e toda a violência que aconteceu durante o regime e também, é um livro para discutirmos as condutas éticas do jornalismo atual, aonde emissoras divulgam vídeos e imagens que não há o intuito de informar e diz ser "imagens com exclusividade".

E aí, já conheciam o livro? O que acham dessa ética que algumas emissoras brasileiras estão esquecendo de colocar em prática a boa conduta? Abraços!